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sábado, 19 de julho de 2025

RÉQUIEM PARA UM SONHO


Réquiem para um Sonho é um filme intenso, doloroso e visualmente marcante. Dirigido por Darren Aronofsky, ele mostra a queda de quatro personagens consumidos por vícios e ilusões.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

SHINZO

Shinzo é um anime de aventura e fantasia que foi ao ar no início dos anos 2000, marcando a infância de muitos fãs do gênero. Conhecido no Japão como Mushrambo, o anime apresenta uma história que mistura ficção científica e elementos épicos, com temas de sobrevivência, amizade e luta contra a opressão.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

X-MEN EVOLUTION (2000-2003)

 

X-Men Evolution, lançado em 2000, oferece uma abordagem refrescante ao universo dos mutantes da Marvel, reimaginando os heróis clássicos em um ambiente adolescente. A série é uma reinterpretação que combina ação, drama e humor, apresentando os X-Men como estudantes em formação enquanto equilibram suas vidas escolares e a luta contra o preconceito e inimigos poderosos.

sábado, 3 de outubro de 2020

PREMONIÇÃO

 

Premonição, título original Final Destination é um filme de terror lançado em 2000. Dirigido por James Wong e estrelado por Devon Sawa, Ali Larter, Kerr Smith e Tony Todd. 

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

GLADIADOR


Gladiador é o que podemos chamar de um dos maiores clássicos do cinema mundial, estourou às telas do cinema na virada do século. Dirigido por Ridley Scott e é estrelado por Russell Crowe, Joaquin Phoenix, Connie Nielsen, Richard Harris e Oliver Reed. O filme foi lançado em 2000 e se tornou um tremendo sucesso, vencendo inclusive cinco estatuetas do careca famoso, incluindo o prêmio de Melhor Filme. 

quinta-feira, 18 de junho de 2020

BICHO DE SETE CABEÇAS


Bicho de Sete Cabeças é um filme brasileiro lançado em 2000, dirigido por Laís Bodanzky. Baseado no livro autobiográfico de Austregésilo Carrano Bueno, Canto dos Malditos. O filme foi realizado com produtoras brasileiras em parceria com italianas. Bicho de Sete Cabeças é estrelado por Rodrigo Santoro, Othon Bastos e Cássia Kis Magro. 

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

TODO MUNDO EM PÂNICO


Existem filmes que não devem ser levados a sério, quando os produtores de forma intencional satirizam outros filmes ou alguma ideia. No cinema, isso tem sido bastante comum e a franquia principal de sátira a outros filmes, em especial do gênero terror é a franquia Todo Mundo em Pânico.  

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

ROMEU TEM QUE MORRER


Jet Li estreou em Hollywood como o inimigo da dupla de policiais Martin e Roger em Máquina Mortífera 4. Entretanto, seu primeiro papel de destaque no cinema americano foi em Romeu Tem Que Morrer, título original Romeo Must Die lançado em 2000, e é o filme do qual iremos falar hoje. 

sexta-feira, 5 de julho de 2019

CORPO FECHADO


Vamos falar sobre mais um trabalho do diretor M. Night Shyamalan. Após o sucesso estrondoso de O Sexto Sentido, Shyamalan dirigiu e roteirizou mais um grande filme intitulado Unbreakable, no Brasil conhecido como Corpo Fechado. O filme foi lançado em 2000 e apresenta uma trama intrigante que prende o espectador diante do mistério curioso envolvendo um sobrevivente de um grave acidente. Corpo Fechado é estrelado por Bruce Willis e Samuel L. Jackson. 

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

O HOMEM SEM SOMBRA


O Homem Sem Sombra, título original Hollow Man é uma coprodução dos EUA com a Alemanha lançado no ano 2000. Um filme de ficção científica e terror que mostra um grupo de cientistas que fazem experiências em mamíferos, a fim de torna-los invisíveis. O filme é estrelado por Kevin Bacon, Elisabeth Shue, Josh Brolin, Kim Dickens e Greg Grunberg, e foi dirigido por Paul Verhoeven. O filme recebeu uma indicação ao Oscar na categoria de Melhores Efeitos Especiais. 

sexta-feira, 1 de junho de 2018

O TIGRE E O DRAGÃO


O Tigre e o Dragão é o premiadíssimo filme chinês lançado no ano 2000. Esse filme foi vencedor de quatro categorias do Oscar: Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte e Melhor Trilha Sonora. Além do Oscar, venceu prêmios no Globo de Ouro, Bafta, Prêmio Saturno entre outros. Talvez você se pergunte: por que esse filme foi tão premiado? Minha resposta para isso é: por que ele utiliza a violência de forma poética, as artes marciais da China são acompanhadas com um conjunto de ensinamentos com os quais o filme aborda de maneira esplêndida e incrível.

O filme O Tigre e o Dragão foi dirigido por Ang Lee, e é composto com um belo elenco. Além de boas atuações, a coreografia é um espetáculo lindíssimo que se junta a uma fotografia maravilhosa! Sim, o filme é belo em todos os sentidos. Mas, alguns talvez não entendam o seguinte, os personagens desse filme, principalmente os exímios em artes marciais conseguem voar. Isso pode incomoda algumas pessoas? Sim, se essas pessoas não entenderem o contexto da época e por ter em mente que se trata de uma lenda. Isso é comum em diversos filmes da China, em especial os que são baseados em lendas da mitologia chinesa e que trás consigo diversas filosofias.


Para assistir o pessoal voando, é preciso ter em mente essas lendas. “Ah, mas isso não faz sentido”. Bem, da mesma forma em que Super-Homem voa e ninguém reclama por que sabem que ele tem poderes, os praticantes do kung fu chinês em filmes fantasiosos do gênero Wuxia podem muito bem voar, pois faz parte do mundo imaginário. É tão simples de entender isso, infelizmente há muitas pessoas que reclamam desse detalhe, muitas vezes por puro preconceito ou por que não entendem nada do gênero Wuxia. Recomendo que estudem e obtenham o conhecimento.

A história de O Tigre e o Dragão é baseada na obra de Wang Du Lu, e conta a história de duas mulheres, ambas exímias lutadoras, e cujas vidas se encontram na época da Dinastia Qing (1644-1912). Os destinos das duas as conduzem a uma jornada violenta e surpreendente, e que as obrigará a fazer escolhas que poderão mudar as suas vidas.

O filme mistura artes marciais, fantasia e romance, tudo na dosagem certa. Vários elementos são essenciais para o desenrolar da película, entre eles a honra e tradição. As cenas de luta são excelentes! E o desempenho do elenco é que nos prende a atenção. O ponto de partida do filme, é feito através da menção sobre uma espada chamada Destino Verde, que é nada mais e nada menos representada pela graça e superioridade de seu dono, o espadachim Mu Bai. Essa espada é roubada e tem inicio a uma série de conflitos e que desperta antigas paixões.


O Tigre e o Dragão carrega consigo diversas tradições orientais que para nós podem soar estranho, mas é inegável que a beleza exuberante deste universo oriental pode facilmente nos conquistar. Falando novamente sobre a capacidade que os personagens têm de voar, algo que muitos ignorantes debocham, sem entender o que significa licença poética, figuras de linguagem, etc, acho importante mencionar que o fator mais destacado nessas cenas é a forma como elas acontecem. E não é toda hora não, há momentos precisos para isso acontecer, e o fato do filme abordar histórias de amor e conflitos, a delicadeza e a sublime direção de Ang Lee torna o filme maravilhoso na sua essência.

Por outro lado, eu não acho O Tigre e o Dragão como o melhor filme chinês, compreendo também que o fato da crítica internacional ter elogiado de todas as formas, não querem dizer nada quando cada um tem a sua opinião. Mas, a opinião que merece ser levada em conta em relação a esse filme, tem de ser das pessoas que entendem esse estilo oriental. E pra quem ainda não viu, recomendo que assista O Tigre e o Dragão com olhos orientais, talvez possa se surpreender com o filme. 

NOTA: 7,8/10

Veja o trailer no vídeo abaixo:

domingo, 1 de abril de 2018

ALTA FREQUÊNCIA


Imagine se em nossas mãos tivéssemos o poder de alterar o passado, principalmente para evitar uma tragédia com um ente querido? Essa é a trama do filme Alta Frequência, título original Frequency, dirigido por Gregory Hoblit e lançado no ano 2000. É um filme que vai muito além da lógica, mas se ignorarmos esse fato e levarmos em consideração apenas o lado emocional, a obra se torna uma produção magnífica e digna de respeito. Estrelado por Dennis Quaid e Jim Caviezel que interpretam pai e filho, respectivamente.

Sinopse: O que você faria se tivesse a chance de voltar no tempo e mudar apenas um evento na sua vida? John Sullivan (Jim Caviezel) tem a resposta na ponta da língua: desfaria os eventos de 12 de outubro de 1969, quando um incêndio matou seu pai Frank (Dennis Quaid), um heroico bombeiro. Desde então, John sonha em ter conseguido impedir a tragédia daquele dia fatal, que fez com que sua vida como adulto se tornasse cheia de raiva e solidão. Mas agora John pode conseguir realizar seu desejo. Um dia antes do aniversário da morte do pai, em meio a uma terrível tempestade, John encontra o velho rádio de Frank. Apesar da estática, ele consegue conversar com um homem que diz ser um bombeiro e que jogou na World Series de 1969, assim como seu pai.


Levando em conta o acontecimento trágico na vida do personagem John, compreendemos que sua vida estava mergulhada em um vazio, e que nada podia fazer para reverter. E com essa conversa obtida através do rádio, ele aos poucos percebe que é seu pai no passado, falando com ele no futuro, sem que ambos percebam logo de cara. É como se algum ato de magia fizesse com que John tenha agora a chance de mudar as coisas. Porém, ele precisa convencer seu pai de que o homem atrás do rádio é seu filho, já na faixa dos 30 anos. É meio complicado para o espectador entender e também o pai de John, que a principio pensa que se trata de um bandido que o vigia do lado de fora. Mas, com muita conversa, as emoções de pai e filho vão se tornando nítidas e por mais impossível que possa parecer, o drama familiar é o que os motivam a agir.

Além disso, a investigação policial e a fantasia são os fortes do filme, onde Jonh no futuro sabe praticamente tudo que ainda vai acontecer no passado de seu pai, e com isso ele tenta a todo custo impedir tal tragédia ocorrida com ele, sendo que o próprio pai no passado é o seu braço direito nessa missão. Tanto John quanto seu pai não se importam se as pessoas ao seu redor pensem que estão loucos, para eles naquele momento o que vale é resolver um problema que até então magoava uma das partes.


No entanto, mudar eventos passados, provoca mudanças no futuro, como que em um toque de mágica. Esse estilo contém em diversos filmes que abordam mudanças ou viagens no tempo. Em Alta Frequência há o seu diferencial por conta do drama familiar envolvido e na questão de comunicar-se com o passado ou com o futuro. O filme não explica de modo explícito como tal fenômeno ocorre, da pra perceber que a intenção do diretor é despertar o lado emocional, que faz com que mergulhemos na trama de maneira leve e que traz resultados satisfatórios.

Jim Caviezel e Dennis Quaid mostram uma ótima química, mesmo quando eles não se veem frente a frente. A estrutura narrativa é ótima e não peca mesmo quando a todo o momento o filme vai e volta no tempo, mostrando os eventos passados e os eventos futuros sem que se percam na história. Particularmente fiquei fascinado com Alta Frequência por que é um filme muito bem montado, não exagera mesmo quando ignora a lógica da natureza, e claro que por ser um filme de ficção científica, isso não é problema nenhum. Todavia, se o espectador tem dificuldade de compreender mudanças no tempo, pode facilmente dizer que o filme é decepcionante, mas em termos simples, apesar da história um tanto complexa, o que faz do filme uma grande produção é a forma como a trama se desenrola e os desempenhos dos atores principais. E o final é digno de aplausos, faz todo o esforço valer a pena! 

NOTA: 10/10

Veja o trailer no vídeo abaixo:

segunda-feira, 26 de março de 2018

NÁUFRAGO (2000)


Cast Away conhecido como Náufrago, é um daqueles filmes em que apenas uma pessoa atua na maior parte dele. E nada melhor que Tom Hanks para desenvolver esse tipo de papel. O filme foi lançado em 2000 e foi dirigido por Robert Zemeckis. Tom Hanks impressiona muito com sua atuação, e não é pra menos, pois ele venceu o Globo de Ouro e foi indicado ao Oscar de Melhor Ator, e quase conquistou o seu terceiro Oscar dessa categoria, foi vencido por Russel Crowe por sua também brilhante atuação no impecável Gladiador.

ATENÇÃO! Em vista do conteúdo do filme ser bem vasto em relação às situações retratadas na ilha, esse texto terá alguns Spoilers. Por isso, se você ainda não viu “Náufrago”, não siga a leitura. Estão avisados!


A história de Náufrago é bem montada, dividida em três segmentos que retratam situações distintas. Tom Hanks interpreta Chuck Noland, um engenheiro de sistemas da empresa FedEx, que é obcecado pela pontualidade e trabalho. Isso acaba afetando um pouco seus compromissos sociais, em especial o relacionamento com Kelly Frears (Helen Hunt), que mesmo estando prestes a se casarem, a agenda lotada de Chuck sempre interfere. Em uma ocasião natalina, Chuck interrompe a festa para resolver um problema na Malásia, deixando tudo para trás, mas prometendo à sua amada que logo voltará.

Durante o voo em uma violenta tempestade, o avião onde Chuck está cai no meio do Oceano Pacífico, sendo que ele é o único sobrevivente por ter conseguido antes da colisão com a água, improvisar uma balsa inflável, mas que perde todo e qualquer equipamento eletrônico. As ondas do Oceano, o levam para uma ilha deserta, onde não há nada, apenas a natureza. E é nessa parte que o filme caminha através de uma narrativa conduzida com perfeição, onde apenas o ator principal fica em cena, e isso dura mais de uma hora e meia, e esse tempo equivalem no filme a quatro longos anos em que o personagem se encontra perdido e isolado naquele local, sem qualquer contato com ninguém. Mas essa uma hora e meia no filme irá mostrar como Chuck se adapta à natureza.


É como se o filme quisesse retratar a relação humana no meio de muita solidão. Na ilha, Chuck luta para sobreviver, e o motivo que o leva a isso é uma foto de sua namorada que ele carrega consigo. No começo, ele enfrenta muitas dificuldades para conseguir se adaptar. Ele tem de aprender a fazer fogo, conseguir água potável e comida. Em algumas ocasiões, ele tenta sair da ilha, mas sempre é barrado por ondas marítimas que o detonam.

Depois de alguns anos, Chuck é visto como alguém selvagem e que já se adaptou à natureza, não tendo as mesmas dificuldades para conseguir comida e água, parecia um “homem das cavernas”. Mas, ele calculava a sua provável localização e o tempo que o permitiria se arriscar no oceano em busca de ajuda sem que ondas fortes o tragam de volta, e também vários pacotes da empresa onde ele trabalha vai chegando à ilha, sendo trazidos pela água, e Chuck vai utilizando aquilo que lhe é necessário.


De modo simples, o personagem é um verdadeiro sobrevivente. E com tanta solidão que o rodeia, sem qualquer possibilidade de contato, ele cria um amigo imaginário em uma bola de vôlei, que estava em um dos pacotes que estavam no avião e que foram trazidos pela água, ele batiza a bola de “Wilson” que era o nome da marca, e assim ele passa a conversar com “Wilson” a todo o momento, tentando aliviar um pouco a solidão que o rodeia.

Essa parte da ilha é o segundo ato do filme, e sem dúvida a mais interessante, pois é nela que Tom Hanks carrega o peso do filme nas costas, e que devido ao seu grande talento e carisma, ele consegue se sobressair muito bem, sem ter que apelar para diálogos e expressões forçadas. Como nessa parte não vemos nenhuma conversa, os monólogos do personagem são também dignos de serem citados, pois todos devem imaginar ou sabem que criar monólogos não é assim tão fácil, ainda mais quando isso acontece por mais de uma hora. A fotografia do filme é belíssima, o longa explora a natureza de uma maneira formidável e surpreendente, a direção teve cuidado para não deixar nenhum exagero ou ideia má apresentada.


É incrível como Tom Hanks consegue fazer com que o espectador se emocione por causa da sua separação de Wilson, que acontece após tentarem sair definitivamente da ilha, quando a bola se perde no mar. O ator cai em prantos, lamentando por seu amigo imaginário, repassando muita emoção e tristeza. Ainda nesse segundo ato, há algumas cenas bem fortes onde o protagonista se machuca quando tenta fugir ou quando vai fazer o fogo, ainda tem uma cena onde ele vai extrair um dente que é de doer na alma. Há filmes com cenas parecidas que não repassam muito a dor, mas em Náufrago, sentimos cada dor que o personagem sente ao longo filme, é como se nós estivéssemos no lugar dele. E acredito que isso acontece quando o ator sabe atuar de verdade, e com Hanks isso não é nem novidade.

Por fim, o terceiro ato do filme é um pouco corrido e não teve um desfecho que todos esperavam. Mas termina de uma forma digna e plausível, e que retratou muito bem a relação do homem com a natureza, e a força do instinto de sobrevivência. Náufrago tem sim a sua mensagem por detrás do conteúdo, a força dramática é poderosa e não peca quando sua intenção é nos repassar emoção e agonia, principalmente no segundo ato. É um filme que não me decepcionou, e claro merece elogios e considerações positivas. 

NOTA: 9,6/10

Veja o trailer no vídeo abaixo:

domingo, 14 de maio de 2017

O AUTO DA COMPADECIDA



O Auto da Compadecida é um filme brasileiro de comédia dramática, foi dirigido por Guel Arraes e lançado em 2000. É estrelado por Matheus Nachtergaele e Selton Mello. O longa conta a história de dois aventureiros nordestinos: o mentiroso e esperto, João Grilo; e o mais covarde dos homens, Chicó. Ambos lutam pelo pão de cada dia, e passam por diversas confusões no lugar onde moram.

Considerado um clássico do cinema nacional, O Auto da Compadecida é até hoje lembrado por todos como um dos melhores filmes já feitos no Brasil. Baseado numa peça teatral com o mesmo nome de 1955, de Ariano Suassuna. O filme recebeu as premiações de melhor diretor, melhor roteiro, melhor lançamento e melhor ator. É o filme brasileiro de maior bilheteria de 2000, sendo visto por mais de dois milhões espectadores. O sucesso é tão grande que nos nossos dias que o filme é sempre citado como a referência principal dos filmes de comédia brasileiro.

O típico humor nordestino domina os diálogos do filme. Os atores conseguem encarnar um sertanejo matuto de uma forma tão brilhante que toda vez que assistirmos da muita vontade de aplaudir a forma como os personagens são interpretados. Muitas gírias nordestinas são usadas dentro de um contexto que manifesta a verdadeira cara do sertão. É muito prazeroso ver um filme genuinamente brasileiro sendo alvo de um sucesso tremendo!

O Auto da Compadecida já começa mostrando João Grilo (Matheus Nachtergaele) e Chicó (Selton Mello) anunciando a paixão de Cristo que seria realizada na pequena cidade onde moram. E após isso, eles arrumam emprego numa padaria local, onde são mal pagos e muitas vezes passam fome. Se sentindo humilhado, João Grilo arquiteta planos para ter algo melhor, João Grilo começa a trapacear os moradores locais, dentre eles os seus patrões, o padre da igreja, um major importante, e até o bispo. Usando sua inteligência, ele consegue fazer com que os resultados de seus planos o beneficie, seja ganhando dinheiro, comida ou até mesmo se safando quando está prestes a ser descoberto. Matheus Nachtergaele ganhou o prêmio nacional de melhor ator pelo seu trabalho brilhante! 

Suas brincadeiras acabam quando um cangaceiro e seu bando invadem a cidade e matam muitas pessoas, inclusive os personagens principais da trama, com exceção de Chicó. Diante disso, eles se veem diante de um julgamento, para determinar se a vida deles na terra foi digna o bastante para ir ao paraíso, ou caso contrário ir às profundezas do inferno. Durante esse julgamento, eles têm como advogada a "Nossa Senhora" (Fernanda Montenegro), que fará de tudo para que eles não sejam condenados! Dentre as mentiras de João Grilo e a covardia de Chicó, o filme é diversão garantida! São tantos momentos hilários que temos prazer em ver e rever. O filme apresenta frases memoráveis, entre as principais temos:

"Jesus às vezes se disfarça de mendigo pra testar a bondade dos homens"

"Ele tá doido pra morrer, e eu tô doido pra matar. Dá certinho"

"Depois que morre, todo mundo fica bonzinho!"

NOTA: 10/10

Veja o trailer do filme no vídeo abaixo:


sexta-feira, 12 de maio de 2017

ECLIPSE MORTAL



Eclipse Mortal é um filme americano de ficção científica lançado em 2000, que traz como protagonista, o criminoso Riddick, interpretado por Vin Diesel. O longa foi dirigido por David Twohy e além de Diesel, o elenco contou com a participação de Radha Mitchell e Cole Hauser.

O filme conta a história de como os tripulantes de uma nave espacial caíram num planeta deserto onde habita criaturas carnívoras noturnas. E para o azar da tripulação, o dia em que eles caem nesse planeta, é o dia exato de um eclipse. No futuro, as viagens interplanetárias são corriqueiras e o homem já conhece boa parte do universo. Durante uma viagem tripulada por centenas de pessoas rumo ao planeta New Mecca, um acidente ocorre e a nave é obrigada a pousar num planeta desconhecido.

De toda a tripulação, apenas seis pessoas sobrevivem à queda. Eles descobrem que estão em um planeta povoado por milhares de criaturas carnívoras, que hibernam nas cavernas locais, mas que irão caçar em céu aberto com a chegada do próximo eclipse. Dentro da nave, Roddick é um prisioneiro de William J. Johns (Cole Hauser), e a tripulação passa a ser comandada por Carolyn Fry (Radha Mitchell), já que o comandante morreu durante o acidente. Sem saberem o que é aquele planeta, um deles morre sendo então arrastado para um buraco escuro. A partir daí, eles percebem que não estão sozinhos, e que criaturas famintas se escondem dentro dos buracos do planeta. 

Eles inicialmente não se preocupam com isso, já que esse planeta é rodeado por três sóis, então não irá escurecer. Mas, eles acabam encontrando uma maquete do planeta, os sóis e planetas vizinhos e também encontram coisas datadas há 22 anos. Junto com tudo isso, há uma nave abandonada, no qual eles usarão para sair dali. Ao observarem a maquete, eles notam que a cada 22 anos, um eclipse acontece, isso por que os outros planetas próximos e muito maiores irão esconder o brilho das estrelas e por um bom tempo ficarão na escuridão. 

Apressados, eles tentam recarregar novas baterias para a nave antes de acontecer o eclipse, mas já é tarde. O eclipse começa muito rápido e tudo passa a escurecer. Assim, as criaturas carnívoras que até então estavam escondidas começam a sair das covas e se espalham pelo ar. Fry e a tripulação se trancam em um abrigo, mas isso não impede as criaturas de invadir e tocar o terror. 

O horror junto com ficção científica anda lado a lado e fazem uma combinação perfeita em muitos aspectos. Acima de tudo, o filme é muito bem feito. Porém, algumas pessoas criticaram o fato de haver muita escuridão, acreditem se quiser, eu vi comentários assim. Mas, se o filme fala de um eclipse, não espere ver luminárias em todo e qualquer lugar não é mesmo? Eclipse Mortal foi um dos primeiros trabalhos importantes da carreira de Vin Diesel que consagrou o personagem com mais duas sequências. 

NOTA: 8/10

Veja o trailer no vídeo abaixo: