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segunda-feira, 24 de agosto de 2026

A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE (2005)

A Fantástica Fábrica de Chocolate (Charlie and the Chocolate Factory), lançado em 2005, é uma nova adaptação do clássico livro de Roald Dahl, desta vez dirigida por Tim Burton e estrelada por Johnny Depp como o excêntrico Willy Wonka. Com uma estética fantástica, cenários extravagantes e uma atmosfera que mistura encanto e estranheza, o filme apresenta uma interpretação bastante diferente daquela vista na versão de 1971.

sexta-feira, 27 de março de 2026

CARROSSEL - O FILME

Lançado em 2015, Carrossel: O Filme, dirigido por Alexandre Boury e Mauricio Eça, é uma adaptação cinematográfica da novela infantil do SBT que marcou uma geração. Mantendo o espírito leve e educativo da série, o filme aposta em uma narrativa simples, voltada principalmente para o público infantil, mas que também busca dialogar com famílias.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

FUJA DESSE FILME: CATS


Dirigido por Tom Hooper, Cats tentou transformar em evento cinematográfico o famoso musical da Broadway de Andrew Lloyd Webber. O problema é que, no caminho das luzes do palco para a tela grande, algo deu muito errado. O que deveria ser mágico, excêntrico e encantador acabou se tornando uma experiência visual desconfortável e, em muitos momentos, involuntariamente cômica.

domingo, 8 de junho de 2025

MOONWALKER

Lançado em 1988, Moonwalker é uma produção musical e cinematográfica que escapa dos moldes convencionais do cinema narrativo. Estrelado por Michael Jackson e dirigido por Jerry Kramer e Colin Chilvers, o filme é, ao mesmo tempo, um tributo ao astro pop, um experimento visual ousado e uma expressão artística de temas recorrentes na obra de Jackson, como fama, infância, injustiça social e fantasia. 

segunda-feira, 24 de março de 2025

LUZES DA RIBALTA

 


Luzes da Ribalta, dirigido e estrelado por Charles Chaplin, é uma obra comovente e profunda que marca uma transição significativa na carreira do cineasta. O filme, ambientado na Londres do início do século XX, narra a história de Calvero, um comediante envelhecido e decadente que salva Thereza, uma jovem bailarina, de uma tentativa de suicídio, e passa a ajudá-la a redescobrir o sentido da vida e da arte.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

A PEQUENA ÓRFÃ - 1935

 


A Pequena Órfã, título original Curly Top, dirigido por Irving Cummings e estrelado por Shirley Temple, é um dos filmes que consolidou a atriz mirim como um ícone do cinema da década de 1930. Este musical familiar combina o carisma irresistível de Temple com uma narrativa simples e calorosa, oferecendo uma experiência nostálgica e emocional para os espectadores.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2024

WONKA (2023)

 

Wonka (2023), dirigido por Paul King, é uma obra encantadora que busca explorar as origens do excêntrico e icônico chocolatier Willy Wonka, personagem de Roald Dahl. O filme traz uma nova perspectiva sobre a criação do universo de chocolate que já conhecemos, enquanto adentra a juventude do personagem, mostrando sua luta e criatividade para conquistar um espaço no mundo dos doces. Timothée Chalamet brilha como o jovem Willy, dando ao papel uma energia jovial e sonhadora que cativa o público.

sábado, 13 de outubro de 2018

SUSSURROS DO CORAÇÃO


Sussurros do Coração é um filme de animação japonês dos estúdios Ghibli lançado em 1995, dirigida por Yoshifumi Kondõ. Esse filme traz um tema tão lindo e profundo ao mesmo tempo, que remetem as mais diversas situações que todos os adolescentes passam na vida.

terça-feira, 17 de abril de 2018

RAIO DE SOL (1941)


Um romance musical repleto de momentos engraçados, que embora seja bem antigo, vale muito a pena assistir nos dias de hoje. It Started With Eve foi lançado no ano de 1941 e foi dirigido por Henry Koster. Infelizmente esse filme possui um título horrível aqui no Brasil, Raio de Sol, um título que até agora estou tentando entender, mas enfim, felizmente isso não compromete o ótimo conteúdo da produção. É uma comédia um pouco diferente do que estamos acostumados, pois além de misturar um típico romance com música, seu enredo é que o torna um filme digno de ser visto e reconhecido. O longa é estrelado por Deanna Durbin (1921-2013), Charles Laughton (1899-1962) e Robert Cummings (1910-1990).


Sinopse: Jonathan Reynolds (Charles Laughton) é um milionário idoso que agonizava em sua cama quando recebe a visita do filho Johnny (Robert Cummings) que tinha saído de casa. Ao contar que estava noivo, o pai quer conhecer a moça. Johnny corre para o hotel, mas não a encontra, pois ela e a mãe saíram para fazer compras. Achando que seu pai não aguentará esperar, ele propõe a Anne Terry (Deanna Durbin), uma humilde funcionária do hotel e aspirante a pianista, que se passe pela noiva. O pai simpatiza com Anne e ela, logo em seguida, vai embora. Mas, ao contrário das expectativas, no dia seguinte o milionário melhora de saúde e quer voltar a ver Anne. Johnny não vê nenhuma alternativa senão ir atrás dela e pedir que continuasse com a farsa.

Pode a princípio parecer um filme bobo, mas como tive a experiência e o prazer de assisti-lo, fiquei fascinado com o filme! Nos minutos iniciais que resume toda a sinopse já prende nossa atenção e sua narrativa caminhará no rumo em que esse trio será o centro das atenções. As atuações e fotografia são ótimas e deixam o filme mais doce possível. Claro que se tratando de trilha sonora, não há o que reclamar; pois a atriz Deanna Durbin era uma cantora e tinha uma ótima voz de soprano, e como é evidente, no filme ela usa seu talento tanto cantando quanto tocando piano. E esse talento está incluído na história já que a personagem Anne Terry é aspirante no mundo da música, muito embora seu talento seja formidável.


É engraçado perceber que Anne vê em toda essa farsa de se passar pela noiva de Johnny uma ótima oportunidade para que seu talento seja descoberto, e assim ela tenta lutar para conseguir esse objetivo mesmo que para isso ela tenha que enfrentar a resistência de Johnny que se encontra em um beco quase sem saída quando sua verdadeira noiva descobre o que aconteceu. E nesse contexto, é muito legal ver o plano arquitetado por Johnny em simular uma briga com Anne e assim terminar o noivado e depois supostamente conhecer sua verdadeira noiva e apresenta-la ao pai sem que ele perceba tudo. Mas quem disse que isso seria fácil?

Por isso, o filme caminha nesse aspecto: tentar arrumar uma maneira de corrigir aquela farsa sem que o velho note isso. Mas falando nele, vale destacar a brilhante atuação de Charles Laughton, o ator consegue convencer e impressionar! Seu personagem Jonathan Reynolds é aquele típico homem doente que não estar nem aí para a saúde, ignorando as orientações médicas o tempo todo, como por exemplo, não fumar. Mas Anne parecia ser a pessoa com quem o milionário mais se cativou, em especial por causa de seu talento para com a música. E mesmo muito depois após o velhote usar esperteza diante de tudo o que estava acontecendo, ele tinha uma opção em relação ao seu filho, talvez você preveja o que ele tinha em mente, eu consegui adivinhar o que era. E nesse momento é que o romance se manifesta de forma um tanto natural quanto esquisita.


No fim de tudo, o filme Raio de Sol é pura diversão! Sei inclusive que ele não é muito conhecido, mas como opinião pessoal, acredito que ele mereça esse reconhecimento, mesmo não sendo um dos que marcaram época como E o Vento Levou, Cidadão Kane, entre muitos outros. Vale mencionar também que esse filme foi indicado ao Oscar de Melhor Trilha Sonora em 1943.

segunda-feira, 5 de março de 2018

VIVA - A VIDA É UMA FESTA


O impecável filme vencedor do Oscar de Melhor Animação, Viva – A Vida é Uma Festa, título original Coco, é mais uma grande produção da Pixar Animation Studios, que mais uma vez acerta em cheio com sua temática suave e emocionante. Lançado aqui no Brasil no dia 4 de janeiro de 2018, o filme foi dirigido por Lee Unkrich e com vozes de Anthony Gonzales, Gael Garcia Bernal, Benjamim Bratt e Alanna Ubach.

Sinopse: Miguel é um menino de 12 anos que quer muito ser um músico famoso, mas ele precisa lidar com sua família que desaprova seu sonho por conta de acontecimentos passados que fizeram com que todos na família banissem a música. Determinado a virar o jogo, ele acaba desencadeando uma série de eventos ligados a um mistério de 100 anos. A aventura, com inspiração no feriado mexicano do Dia dos Mortos, acaba gerando uma extraordinária e emocionante reunião familiar.


Eu amei esse filme! Amei mesmo! Sua narrativa segue uma linha tão interessante, que mesmo nos minutos iniciais nos vemos envolvidos na história. O carisma dos personagens também ajuda nesse sentido, e isso não é tudo. O lance de incluir um feriado tradicional ao estilo mexicano, onde as pessoas fazem homenagens para lembrar de seus entes queridos falecidos foi algo bem criativo! E que apesar do tema do feriado incluir pessoas mortas, o filme consegue mesclar essa situação a um clima divertido e totalmente contrário a qualquer tristeza que feriados assim possam trazer. O roteiro ainda acerta por incluir o tema musical que colabora para que cada situação possa entreter o espectador. Além disso, cada personagem tem seu espaço, mesmo que alguns deles sejam poucos. Sem dúvida, não há como negar da qualidade tanto técnica quanto no desenvolvimento do filme que manteve o nível durante 105 minutos de duração.

O protagonista Miguel, ao usar maneiras pouco convencionais para realizar seus sonhos, comete um erro e vai parar no mundo dos mortos, como uma punição de seus atos. Porém, não pense que o mundo dos mortos onde será palco de quase toda a projeção, seja um lugar triste, ao contrário, nesse filme ele trás um mundo completamente feliz, onde há festas, concursos, e uma grande movimentação por conta do feriado. Miguel encontra seus parentes já falecidos (em forma de esqueleto), e para voltar ao mundo dos vivos, ele precisa de uma benção. Mas o seu sonho de ser músico acaba por afetar seu possível e rápido regresso, já que seus parentes mortos também não aprovam a música.


Miguel acreditava que era descendente do mais popular dos músicos, e por isso sai à sua procura para receber a benção que o faria retornar, sem restrições para que assim possa seguir em busca de seu sonho como músico. No caminho ele encontra Héctor, um sujeito engraçado que nunca pôde visitar a família, pois ninguém havia colocado sua foto na ofrenda, e que ele está no mundo dos mortos por que apenas sua filha se lembra dele. Caso ninguém do mundo dos vivos se lembre de algum parente, esse acaba por desaparecer no mundo dos mortos. Héctor a principio parece apenas mais um personagem que fará companhia ao jovem protagonista, porém, sua participação na trama é de suma importância para o desenrolar geral do filme, como também o desfecho.

O filme trás algumas reviravoltas durante o clímax, algumas delas são bem surpreendentes, mas não irei detalhar esses acontecimentos para não estragar a surpresa de quem ainda não assistiu. O que posso garantir é que Viva – A Vida é Uma Festa é um filme magnífico que encantará crianças e adultos. Como já dito antes, sua narrativa é tão suave e delicada que nos direciona a uma grande e divertida aventura em um mundo pós vida, onde na realidade ninguém sabe como é ou se existe de fato. Todavia, a ideia do roteiro não é trazer a nossa atenção temas religiosos ou inculcar a crença da vida após a morte (conforme já vi algumas pessoas alegando), bem diferente disso, a ideia central é nos mostrar acima de qualquer outra coisa, o valor da família e também no mesmo patamar a típica situação de nunca desistir de seus sonhos, mesmo diante de barreiras que parecem ser impossíveis de derrubar.


Portanto, analisando a história, o desenvolvimento, o design e o carisma dos personagens, nos leva a conclusão de que a conquista do Oscar de Melhor Animação foi mais do que merecida. Porém, vale lembrar que não foi apenas conquistado esse prêmio da Academia, o filme também recebeu o Oscar de Melhor Canção Original, o que nos fazem chamar atenção para as músicas tocadas durante o filme, que além de lindas e inspiradoras, consegue dar um tom mais forte diante dos eventos do filme, deixando tudo bem encaixado sem ter que apelar para diálogos forçados.

Viva – A Vida é Uma Festa é um filme único e excepcional! Acredito que assisti-lo reunido com a família pode ser uma forma de unir ainda mais. Mesmo diante de diferenças ou mágoas que possa surgir na vida, o filme é uma baita lição de que o amor e a união pode curar qualquer rancor, independentemente de haver parentes que cometeram erros graves em relação à família. De maneira bem simples, esse é um exemplo de filme que dificilmente sairá das nossas mentes, principalmente todos nós, sem exceção, que já sofremos perdas de entes queridos. Por isso, Viva – A Vida é Uma Festa é um filme sensacional e digno de ter recebido dois Oscar, o que inclui o Melhor Filme de Animação. 

NOTA: 10/10

Veja o trailer no vídeo abaixo:

domingo, 4 de fevereiro de 2018

MESMO SE NADA DER CERTO


Não escondo de ninguém o fato de que o gênero musical não é muito do meu agrado, dificilmente eu paro e vejo filmes desse tipo. Mas, acredito que isso mudou após ter conferido o drama musical Mesmo Se Nada Der Certo, título original Begin Again, do diretor John Carney lançado em 2013. Você talvez deva se perguntar: o que te fez se interessar por este filme, já que não é achegado com o gênero musical? A minha simples resposta consiste em outra pergunta: quem são os protagonistas? Acho que já entenderam por que eu o selecionei para assistir. Mark Ruffalo e Keira Knightley protagonizam muito bem esse filme e encheram o conteúdo com brilhantes e carismáticas interpretações. Além deles, o elenco conta também com os nomes de Adam Levine, Catherine Keener, Hailee Steinfeld e James Corden.

A trama do filme gira em torno de Dan (Mark Ruffalo) e Gretta (Keira Knightley), ambos estão passando por momentos difíceis, quando que por acaso seus caminhos acabam se cruzando. O filme desenvolve muito bem a situação de cada personagem, de modo que o longa não mostra eventos de forma linear. E particularmente eu gosto desse tipo de narrativa.


Sobre Dan, ele é um produtor musical que já teve momentos de glória e sucesso em sua carreira. Mas agora, tudo parece desmoronar em sua vida. Além de abusar do uso de álcool, ele enfrenta uma situação nada agradável para qualquer pai de família, ele perde o emprego, a dor disso se torna ainda maior, principalmente se você foi o cara que levantou toda a empresa, e agora é despedido sem levar em conta seu histórico. Com esses problemas, ele ainda tem que enfrentar dilemas familiares com sua esposa (Catherine Keener) e sua filha adolescente (Hailee Steinfeld). Tudo parecia sem sentido na vida dele, até que ele entra em um bar e ouve a canção de uma jovem, que o encanta.

Essa jovem é Gretta, uma compositora que acompanha sempre os compromissos de seu namorado Dave (Adam Levine) que é um cantor em ascensão. Tudo parecia perfeito, até que Dave a abandona para seguir mais adiante a sua carreira. Ou seja, ele praticamente troca a namorada sem se dar conta de que ela era sua inspiração na composição das músicas e companheira fiel, para seguir sozinho na fama. Algo que com certeza deixa Gretta abalada, e para servir de consolo, ela é acolhida por seu melhor amigo Steve (James Corden), que também era músico, só que diferente de Dave, ele sobrevive cantando nas ruas e nos bares.


Ao levar Gretta para uma apresentação em um bar, Steve a convida para cantar. Relutante, a jovem cede e canta uma música que parecia não agradar muito os ouvintes, exceto um: Dan. Ele estava naquele bar e ao perceber o talento que Gretta tinha com a música, ele sugere que trabalhe com ele. Inicialmente, Gretta não está interessada em seguir uma carreira de cantora, mas depois de refletir tudo o que aconteceu com ela, acaba aceitando o convite. Mas como Dan estava falido e não fazia mais parte da gravadora de onde ele trabalhou por muitos anos, eles juntam uma equipe bancada por um dos grandes amigos de Dan, para montar uma banda, e o local de gravação seria em diversos pontos da cidade de Nova Iorque. E ao ver um grupo cantando em becos e praças é algo bem interessante de acompanhar.

O tema principal do filme é a música, e como ela pode ajudar quem estava à beira do suicídio. Dan e Gretta eram pessoas que embora suas vidas nada tivessem a ver uma com a outra, eles tinham duas coisas em comum; a primeira era os momentos difíceis que estavam lidando, e a segunda era o amor que tinham pela música. Isso contribui bastante para uma aproximação maior entre eles, e engenhosamente isso também ajuda a lidar com seus problemas. Aos poucos, Dan vai ganhando confiança em si mesmo, como também sua relação com a família vai melhorando, e Gretta mesmo magoada com seu namorado, consegue enxergar uma maneira melhor de viver, sem que problemas a afetem. E sua relação com Dave vai se estabilizando, mesmo que eles não voltem a ficar juntos logo de imediato.

O filme contém uma fotografia memorável, ótimas locações na cidade de Nova Iorque torna o longa bem mais agradável de ver. A direção e a estrutura narrativa colaboram muito para um desenvolvimento maior dos personagens, como também consegue refletir um drama vivido por muitas pessoas, e o modo de lidar com isso superando as barreiras que os impede de obter o maior objetivo. Dan queria recuperar seu emprego e Gretta alcança um sucesso que nunca havia cobiçado antes. Mesmo sem ajuda de profissionais, sem um estúdio de uma gravadora, eles superam os limites do impossível e com dedicação, tudo nas suas vidas vai ganhando sentido. Realmente, é um filme inesquecível e impossível não se identificar.


Os personagens coadjuvantes não estão ali apenas para encherem espaço, sem ter participações importantes que contribuam com a mensagem geral do filme. Problemas familiares e financeiros, vida amorosa, dificuldades da adolescência, tudo isso é abordado com tamanha precisão. A trilha sonora dispensa comentários, é linda demais. Músicas tomam de conta durante quase todo o filme, e ainda são recheado de cenas cômicas que mesclam muito bem cada situação, mesmo as mais dramáticas.

Begin Again foi para mim, uma surpresa e tanto, além de mostrar como a música é uma espécie de “salva-vidas”, o filme ainda critica a postura de empresários ambiciosos que exploram cada situação a seu favor. E isso é muito comum no nosso cotidiano. Mark Ruffalo está ótimo em seu personagem, e diferente da maioria dos papéis que já interpretou, aqui ele encarna um personagem muito identificável e muitas vezes engraçado, seja na maneira de agir ou de falar. E Keira Knightley foi a figura central que mais me encantou, mesmo não sendo uma cantora de verdade, ela empresta a voz de uma forma encantadora. Sem dúvidas, foi a melhor personagem do filme todo, claro que cada um teve seus momentos, portanto, é um filme completo em quase todos os sentidos. O forte do filme é que ele foge dos clichês e do óbvio, tornando a trama bem original. Por isso, que eu disse que meu gosto pelo musical mudou, e é claro que irei conferir outras obras do gênero. 

NOTA: 9,2/10

Veja o trailer no vídeo abaixo: