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quarta-feira, 23 de setembro de 2026

A CURA (1995)


A Cura (The Cure), dirigido por Peter Horton e lançado em 1995, é um drama emocionante sobre amizade, preconceito, infância e perda. O filme acompanha a relação entre dois garotos que, apesar de viverem realidades completamente diferentes, encontram um no outro a amizade e o companheirismo que tanto precisam. Com Brad Renfro e Joseph Mazzello nos papéis principais, a produção aborda a AIDS a partir do olhar inocente de duas crianças, em uma época em que o preconceito e a desinformação sobre a doença eram ainda mais fortes.

sábado, 22 de agosto de 2026

MORTAL KOMBAT: O FILME

Mortal Kombat, lançado em 1995 e dirigido por Paul W. S. Anderson, é uma das primeiras adaptações de videogames para o cinema a conquistar um verdadeiro status de cult. Inspirado na famosa franquia de luta da Midway, o filme consegue transportar para as telas vários elementos que fizeram o jogo se tornar um fenômeno: personagens icônicos, artes marciais, poderes sobrenaturais, rivalidades e, principalmente, o torneio Mortal Kombat.

quarta-feira, 27 de agosto de 2025

SEVEN: OS SETE CRIMES CAPITAIS

Lançado em 1995 e dirigido por David Fincher, Seven: Os Sete Crimes Capitais é um dos thrillers policiais mais sombrios e impactantes do cinema moderno. Com uma atmosfera sufocante e um enredo perturbador, o filme explora os limites da maldade humana e a fragilidade da moralidade diante do crime.

quinta-feira, 30 de julho de 2020

AS PATRICINHAS DE BEVERLY HILLS


As Patricinhas de Beverly Hills, título original Clueless é um clássico adolescente dos anos 90 que marcou gerações. Mesmo sendo bobinho e clichê, é um filme que diverte bastante e é uma ótima recomendação para passar o tempo. O filme foi dirigido por Amy Heckerling e foi vagamente baseado no livro Emma de Jane Austen. No elenco temos Alicia Silverstone, Stacey Dash, Paul Rudd e Brittany Murphy. 

domingo, 16 de fevereiro de 2020

RÁPIDA E MORTAL


Rápida e Mortal, título original The Quick and the Dead é um faroeste dirigido por Sam Raimi lançado em 1995. Estrelado por Sharon Stone, Gene Hackman, Russell Crowe e Leonardo DiCaprio. Esse é até então, o único filme de faroeste dirigido por Sam Raimi. 

sábado, 13 de outubro de 2018

SUSSURROS DO CORAÇÃO


Sussurros do Coração é um filme de animação japonês dos estúdios Ghibli lançado em 1995, dirigida por Yoshifumi Kondõ. Esse filme traz um tema tão lindo e profundo ao mesmo tempo, que remetem as mais diversas situações que todos os adolescentes passam na vida.

domingo, 29 de abril de 2018

JUMANJI


Um dos grandes clássicos da tão querida e nostálgica Sessão da Tarde dos anos 90 é sem dúvida o filme Jumanji lançado em 1995 do diretor Joe Johnston. O filme que recebeu uma sequência recentemente que irei assistir ainda essa semana e que contém a história do jogo de tabuleiro considerado maldito. Apesar de o tema ser um pouco sombrio, o Jumanji dos anos 90 é divertido, leve, fantasioso e para todas as idades. Seu elenco conta com as participações de Robin Williams, Bonnie Hunt, Kirsten Dunst, Bradley Pierce e Jonathan Hyde.

O filme vai contar sobre um jogo chamado Jumanji que havia sido enterrado em um baú e cem anos depois o filho de um empresário encontra. Ao perceber que se tratava de um jogo, ele joga com sua amiga, e ele é penalizado a ficar na floresta até que alguém tire cinco ou oito. Só que na jogada seguinte, sua amiga é atacada por morcegos e o jogo é interrompido, porém, o garoto é sugado para dentro do Jumanji até que alguém venha e continue de onde parou. E isso dura vinte e seis anos, onde duas crianças começam a jogar e uma acaba libertando-o, mas para deixar tudo como antes, eles precisam terminar o jogo e nesse tempo eles enfrentam diversos perigos causados pelo jogo que varia entre ataques de animais selvagens, mudanças de ambiente e um soldado que persegue Alan.


Sim, é um filme bem fantasioso, repleto de cenas sombrias onde o tabuleiro em si é o vilão da história. O homem que foi libertado depois de vinte e seis anos é Alan Parrish (Robin Williams), as duas crianças que o libertaram são Judy (Kirsten Dunst) e Peter (Bradley Pierce), que também estão inseridos no jogo começado há muitos anos atrás, e para continuar eles precisam encontrar Sarah (Bonnie Hunt) que havia ficado traumatizada depois de Alan ter sido sugado pelo tabuleiro.

O filme caminha nessa aventura, onde esses quatro personagens procuram uma maneira de encerrar o jogo, mas a cada rodada parecia que suas dificuldades iam piorando e ficando cada vez mais difíceis. O que eu achei legal mesmo foi a sintonia entre os personagens, cada atuação é elogiável e sem dúvida é o que mais deixa o filme divertido. A ideia do filme é também algo bacana, inovadora, sombria e para uma época como nos anos 90, já dar para imaginar o tamanho do sucesso que teve, sejam em crianças ou adultos. Os efeitos especiais também merecem destaque, pois foram muito bem feitos e trabalhados cuidadosamente.


Porém, o filme tem sim as suas falhas, a principal delas em minha opinião é a queda de ritmo que tem a partir da metade do filme. E também o inicio que é dividido em três partes, uma coisa desnecessária, pois um prólogo apenas dava para resumir a quantidade de eventos que o roteiro exigia que mostrasse. Robin Williams (1951-2014) foi um ator consagrado e é justo admitir que sua participação em Jumanji foi que o tornou um filme de sucesso e admirado por fãs. Claro que as demais participações, principalmente das crianças têm os seus méritos, pois o elenco principal é forte e talentoso.

Jumanji pode não ter o mesmo efeito nos dias de hoje como teve em sua época, mas considerando a mesma, é fácil ver como o clima fantasioso e sombrio predomina em um filme de aventura, que é deveras direcionado ao público infantil. Não sei se a sequência deste, intitulada Jumanji: Bem-Vindo à Selva terá algo que me satisfaça, sei que há pessoas que não gostaram como também há aqueles que gostaram, mas enfim, tenho que ter minha própria experiência e após isso escreverei uma resenha para ele. 

NOTA: 8/10

Veja o trailer de Jumanji no vídeo abaixo:

quarta-feira, 25 de abril de 2018

FENDA NO TEMPO


Fenda no Tempo, lançado em 1995, baseado na obra de Stephen King, é uma produção que mistura suspense psicológico, ficção científica e terror em uma narrativa centrada no medo do vazio e do desconhecido. Dirigido por Tom Holland, o filme/minissérie parte de uma premissa intrigante: passageiros de um avião despertam durante o voo e descobrem que todos os demais desapareceram misteriosamente.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

TEMPO ESGOTADO


Tempo Esgotado, título original Nick Of Time é um filme de suspense americano lançado em 1995 estrelado por Johnny Depp e dirigido por John Badhan. É um filme simples, mas com uma história que embora seja curta, é bem eletrizante, pois gira em torno de um sequestro e chantagem para cometer um crime.

Sinopse: Às 12.07 hs, em Los Angeles, um homem (Johnny Depp) retorna para casa em companhia de sua filha de seis anos (Courtney Chase), após ir ao funeral de sua ex-mulher. Até que, repentinamente, sua filha é sequestrada. Depois lhe é dada uma arma e uma fotografia. Se a pessoa da fotografia não estiver morta às 13.30 hs quem morrerá será sua filha. Acontece que a pessoa da fotografia é a governadora da Califórnia (Marsha Mason), que tenta sua reeleição, e quanto mais o tempo passa ele descobre que um grande número de pessoas estão envolvidas nesta conspiração.


O que me chamou atenção em especial foi a situação desesperadora pelo qual o protagonista se encontra. E isso acontece logo no inicio nos dando assim um forte indicio de que haverá muita tensão no filme. É interessante perceber que o tempo que o personagem de Depp tem para cumprir a missão que lhe é dada, corresponde exatamente ao tempo de duração do filme. Tudo acontece em apenas uma hora e meia, e claro que esse detalhe embora não o faça do filme uma obra-prima, é uma curiosidade legal e retrata igualmente o tempo do filme com o tempo real.

Claro que também esse aspecto tornou a produção bem claustrofóbica, e sentimos na pele o desespero do personagem que fica em uma situação extremamente difícil: salvar a vida de sua filha cometendo um assassinato, e ainda por cima de uma autoridade política. Esse tipo de situação, ninguém queria estar envolvido, mas como um combustível para o clima de suspense e tensão do filme, isso obteve êxito. E eu particularmente não fiquei decepcionado com o filme, prendeu minha atenção mesmo estando ciente de que não se tratava de uma grande produção cinematográfica.


O clímax do longa ganha força quando descobrimos quem estar por trás de tudo isso, uma conspiração que envolve autoridades do mesmo nível da governadora, e ao descobrir tudo isso, que alternativa há para o protagonista? Enfrenta-los para proteger sua filha? Só um pai para descrever o que faria nesse tipo de situação, e Johnny Depp segura as pontas através de um bom desempenho, e não adianta tentar criticá-lo por parecer que ele não sente as emoções diante de uma situação dessa, antes disso, note que a todo o momento no filme ele é vigiado por um dos membros da conspiração que quer ver ele matando a governadora.

A direção de Tempo Esgotado é ótima e consegue deixar o clima esquentar a cada minuto que passava, não deixa o espectador respirar de tanta ansiedade para o que vai acontecer a cada cena. E os personagens são bem amarrados dentro da história, sejam eles coadjuvantes ou antagonistas cada um faz sua participação sem tomar o espaço principal ocupado pelo personagem de Johnny Depp. Além disso, a qualidade do longa é um dos principais méritos para poder conferir sem medo de decepção, pois como tem um bom elenco e uma história bastante afiada e tensa, a produção nos presenteia com várias cenas que podemos dizer que são de tirar o fôlego.


Como filme de suspense, Tempo Esgotado agrada muito, mas não espere ver um grande filme com alucinantes cenas de ação, longe disso, aqui se trata de uma produção de baixo orçamento e levando em conta seu roteiro, não há nada de excepcional ou novidade. O que a história em si se preocupa em trazer é agonia para o espectador. O final poderia ter sido mais bem trabalhado para terminar em um nível igual com o desenvolvimento da história, que para mim salva o filme, mas ainda assim Tempo Esgotado cumpre sua premissa de forma simples, porém, boa o suficiente para agradar e entreter. 

NOTA: 7,5/10

Veja o trailer no vídeo abaixo:

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

TOY STORY


Um dos primeiros filmes feitos a partir da computação gráfica surgiu ainda no final do século XX, mas precisamente no ano de 1995. Toy Story foi o primeiro filme a ser produzido pela Pixar em parceria com a Disney, chegando a ser aclamado e obtendo um tremendo sucesso de bilheteria, uma das maiores daquele ano. O filme é tão amado que já possui duas sequências, a segunda lançada em 1999 e a terceira em 2010, e já tem confirmação para o quarto filme para o ano que vem. Toy Story é uma animação divertida, atraente, engraçada e também dramática, seu principal aspecto se foca na amizade, e tudo é bem conduzido, sem rodeios, agradando crianças e adultos. O filme tem a direção de John Lasseter e com as vozes de Tom Hanks, Tim Allen, Don Rickles e Jim Varney.

Sinopse: O aniversário de Andy está chegando e os brinquedos estão nervosos. Afinal de contas, eles temem que um novo brinquedo possa substituí-los. Liderados por Woody, um caubói que é também o brinquedo predileto de Andy, eles montam uma escuta que lhes permite saber dos presentes ganhos. Entre eles está Buzz Lightyear, o boneco patrulheiro espacial, que logo passa a receber mais atenção do garoto. Isto aos poucos gera ciúmes em Woody, que tenta fazer com que ele caia atrás da cama. Só que o plano dá errado e Buzz cai pela janela. É o inicio da aventura de Woody, que precisa resgatar Buzz e também limpar sua barra com os outros brinquedos.

É um filme lindo, sem dúvidas! Contém também uma mensagem importante que nos serve de lição. No entanto, a qualidade do filme é o que mais fascina, pois a forma em como os brinquedos interage e se movimenta é muito lindo de ver. É interessante notar o afeto que os brinquedos sentem pelo seu dono, e ao verem um brinquedo diferente recebendo mais atenção, o que pode gerar neles é ciúmes, em especial o cowboy que era até então o preferido de Andy.

O brinquedo Buzz é o que eu mais gosto particularmente, o seu jeito de falar e agir, como se ele fosse realmente dotado pelos equipamentos que um patrulheiro espacial tem, e ao perceber que ele é um brinquedo, é de certa forma triste para ele, mas aos poucos ele percebe que sua função é agradar seu dono. Mas, como mencionado na sinopse, ele terá de enfrentar a rivalidade de Woody, que não quer dividir o amor de Andy com outro brinquedo. Por isso, o filme se desenvolve a partir de várias situações engraçadas e inusitadas, onde os dois principais brinquedos se perdem e vão parar na casa de Sid, um garoto que se diverte torturando brinquedos e transformando-os em brinquedos mutantes.

Diante de uma situação complicada, nada melhor do que a união para poder escapar dali. Woody reconhece que errou ao tentar se livrar de Buzz e concorda em dividir o amor de Andy com ele, mas para que voltassem a ver seu dono novamente, eles precisariam escapar das garras de Sid, então é aí que começa a união entre Buzz e Woody e posteriormente uma grande amizade se desenvolve neles.

Os personagens humanos, como Andy e sua família, são colocados em segundo plano, o filme não desenvolve nada a respeito deles. O foco é os brinquedos. Tudo o que acontece durante o desenrolar do filme se resume nestes. E isso é tão bem feito e dotado de falas e ações interessantes que não saímos diante da tela por nada. Por que Toy Story é um desses filmes que se você sair por algum momento, pode perder algo importante. Apesar de já conter mais de 22 anos desde o seu lançamento, Toy Story será sempre um filme atual, que além de conter uma trama divertida, o filme remete também ao sentimentalismo e mexe com nossas emoções ao ter que lidar com a divisão de atenção que recebemos de nossos amigos ou dos nossos pais. Uma grande lição de amizade é nítida no filme em sua essência, por isso, não importa quantas vezes assistimos ou quanto tempo pode passar, o conteúdo do filme jamais irá morrer. Isso é um fato que não tem o que discutir.

Todos os brinquedos do filme tem seu carisma, mas falando de Woody e Buzz, eles roubam a cena, principalmente quando estão juntos. E a cena final é muito emocionante, onde o objetivo no qual os dois brinquedos tinham de cumprir é feito de uma forma estranha, porém, com muito humor e emoção. Toy Story deve sim estar na lista de melhores filmes de animação já feitos, e nem me venha querer contrariar isso. Toy Story merece seu espaço e deve ser assistido sim, com todo amor e admiração! 

NOTA: 10/10

Veja o trailer no vídeo abaixo: